Com criação da HOC, Instituto Vakinha lança campanha para impulsionar autonomia feminina com projeto Mulheres Transformam

O Instituto Vakinha, braço social do Vakinha, a maior plataforma de financiamento coletivo do Brasil, acaba de lançar uma campanha voltada à conscientização sobre a importância de investir em mulheres como estratégia de transformação social. Desenvolvida pela agência HOC, a iniciativa busca chamar atenção para um cenário ainda marcado por desigualdade, violência e falta de acesso a oportunidades.

A campanha faz parte do projeto “Mulheres Transformam”, que atua na capacitação e no fortalecimento da autonomia financeira de mulheres em situação de vulnerabilidade. A proposta é ampliar o debate público sobre como o investimento em mulheres impacta não apenas trajetórias individuais, mas comunidades inteiras.

Nesse contexto, a campanha aposta em dados estatísticos para demonstrar a importância da independência financeira para as mulheres. Conforme dados do Relatório Anual Socioeconômico da Mulher 2025, 96% das pessoas que renunciam à carreira para cuidar de alguém são mulheres e 61% delas afirmam que dependência financeira impede a denúncia de agressões (DataSenado).

“Ficamos muito felizes em desenvolver essa campanha, porque valorizar o protagonismo feminino é uma necessidade. O Brasil cresce por causa delas, mas ainda não cresce para elas. Investir em mulheres é permitir que elas possam retomar essa autonomia, gerando um ciclo de desenvolvimento social”, afirma Lara Piccoli, CEO da agência HOC.

O projeto está em fase de captação de recursos junto a pessoas físicas, empresas e organizações da sociedade. O objetivo é começar as primeiras turmas ainda no primeiro semestre, reunindo mulheres de áreas vulneráveis de Porto Alegre e região do Vale do Taquari. O foco no território gaúcho justifica-se pela persistência dos impactos das inundações e pela urgência em enfrentar os críticos indicadores de violência contra a mulher, incluindo o crescimento dos casos de feminicídio no Estado.

“O amadurecimento do projeto em quatro anos nos levou a concluir que a capacidade de empreender, conhecimento dos direitos e informação sobre como se proteger de situações de violência formam uma mulher mais forte, consciente e pronta para enfrentar desafios e alcançar a realização, mesmo em ambientes adversos”, afirma a diretora do Instituto Vakinha, Renata Fehlauer.

Desde sua concepção, o projeto “Mulheres Transformam” já impactou mais de 430  mulheres por meio de capacitação empreendedora e incentivo à independência financeira, um fator considerado essencial para romper ciclos de vulnerabilidade e violência. A quarta edição da iniciativa, que será lançada no dia 31 de março, no Instituto Caldeira, tem a meta de formar uma nova turma de 400 mulheres.

“A economia brasileira foi construída, em grande parte, a partir do trabalho invisível das mulheres. O que a gente propõe com o Mulheres Transformam é mudar o lugar desse esforço, de invisível para reconhecido, e de sobrecarga para autonomia. E isso passa, necessariamente, por trazer o empresariado para o centro da solução, como investidor em projetos que geram impacto real no longo prazo”, explica a head de marketing do Vakinha, Barbara Zarpelon.

Presença multicanal
A campanha do Instituto Vakinha aposta em uma estratégia multimídia robusta para garantir capilaridade e frequência, combinando formatos digitais de alto impacto com presença em veículos tradicionais. No ambiente online, o plano contempla uma ampla ocupação de portais de notícia, como GZH e o jornal O Sul, com formatos que vão de super banners e billboards a peças em parallax e conteúdos nativos. A narrativa é reforçada por títulos provocativos e chamadas diretas para ação, com foco em engajamento e conversão, além de adaptações para diferentes dispositivos, garantindo alcance tanto em desktop quanto em mobile.

Já no offline, a campanha amplia sua presença com inserções em mídia impressa, incluindo capa e contracapa do jornal Zero Hora, e ativações em rádio, como spots de 60 segundos na Rádio Gaúcha, que aprofundam a mensagem com dados e storytelling. A estratégia se estende ainda ao out-of-home digital (DOOH), com painéis de grande formato e circuitos urbanos em pontos de alta circulação, operados por empresas como Eletromidia, criando uma jornada integrada entre on e offline e reforçando a visibilidade da causa no cotidiano das cidades.

Fonte: Qna Comunicação
Campanha Vakinha – Agencia HOC – Divulgação

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