Enóloga gaúcha lança Tinto para beber gelado no verão
O verão gaúcho ganhou um tinto para chamar de seu — e ele passa longe dos vinhos potentes, carregados de taninos e feitos para o frio. A aposta da enóloga gaúcha Natália Frighetto no Tinto Lote 01, edição limitada de apenas 1.490 garrafas numeradas, é justamente inverter essa lógica: um vinho pensado para derrubar regras, atravessar rituais e circular com naturalidade entre os momentos cotidianos e as celebrações do calendário quente.
Criado para ser servido gelado, o novo rótulo é leve, fresco e, sobretudo, fácil de gostar. É aquele vinho que cabe na mesa da pizza entre amigas, no churrasco de domingo, na transmissão do futebol, no pós-corrida ou no fim de tarde em que a única urgência é desacelerar.
O nome no rótulo – desenhado pela publicitária Céu Boa Nova – é direto ao ponto: Tinto. Sem firulas, sem metáforas complicadas, sem pedestais. A simplicidade faz parte da estética — e da filosofia — do projeto Lote Frighetto, cujo conceito parte de uma ideia ao mesmo tempo poética e concreta: vinhos acontecem em lotes, assim como safras, momentos e histórias. Cada edição é única e irrepetível, marcada pelo clima do ano e pelo estado criativo de quem a elabora.
Na taça, o vinho surpreende. O corte de Syrah com Chenin Blanc entrega brilho e vivacidade: a Chenin aporta acidez vibrante, notas de maçã, pera e um leve toque de gengibre; o Syrah aparece com pimenta branca delicada e frutas vermelhas como morango e cereja. A cor — um rosa-cereja luminoso — já convida antes do primeiro gole.
Outro detalhe que dialoga com a proposta descomplicada do rótulo é a tampa screw cap (rosca metálica), alternativa prática à rolha de cortiça. Além de dispensar saca-rolhas, garante vedação estável e é especialmente adequada para vinhos jovens, frescos e de consumo rápido — exatamente o perfil do Tinto Lote 01.
“Lotinho” nasceu na pandemia
À frente do projeto está a enóloga e professora do Senac Natália Frighetto, com passagens por vinícolas na Itália e trajetória construída entre rigor técnico e sensibilidade para o comportamento do consumidor. Colunista do Destemperados, em Zero Hora, Natália fala de vinho sem jargão excessivo e sem solenidade desnecessária. Para ela, o tecnicismo em excesso afasta; o prazer aproxima.

A história do Lote Frighetto começou a ganhar corpo em 2021, em plena pandemia, com o Rosé Lote 01, que virou sucesso e estruturou um modelo de vendas direto via WhatsApp, criando relação próxima e quase pessoal com o público.
Agora, o Tinto Lote 01 chega ao mercado por R$ 79,90, reforçando a proposta de um vinho acessível, contemporâneo e sem afetação. E o calendário já aponta próximos passos: vêm aí o Rosé Lote 02 e o espumante Gotto Lote 01.
Carinhosamente chamado de “Lotinho”, o Lote Frighetto encontra abrigo na Vinícola Arbugeri, em Caxias do Sul, do enólogo Eduardo Arbugeri — colega de faculdade de Natália — que hoje hospeda o projeto. Cada garrafa ainda vem acompanhada de uma tag escrita à mão, reforçando o caráter artesanal, pessoal e numerado de cada unidade — um gesto que aproxima a enóloga do consumidor e transforma o vinho em um objeto de afeto, além de bebida.
SERVIÇO
Lote Frighetto – vinhos produzidos por lote, numerados e limitados
Pedidos pelo WhatsApp: (51) 99757-8579
Instagram: @lotefrighetto
Imprensa: Natália Frighetto
Fonte: Tati Feldens – Assessoria de Imprensa
